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::: ORGANIZAÇÃO, PLANEJAMENTO, COMPETÊNCIA: CHAVES PARA IDEALIZAÇÃO DO SUCESSO :::
Na América do Sul desde 1988 existe o MERCOSUL e na América do Norte o NAFTA e está previsto para os próximos anos a ALCA, que visa reunir num único bloco, todos os países da América.
Dentro deste contexto, os países da América do Sul somente poderão integrar estes blocos, sem prejuízos para suas economias, na hora que seus produtos tenham competitividade no mercado internacional, o que vai depender primordialmente da estrutura de transportes que necessita ser modernizada e racionalizada.
Na América do Sul, um primeiro passo foi dado com a definição das 12 macro – rotas de integração, cujos projetos modais devem agora serem desenvolvidos de modo que se tenha um apoio institucional dos Governos dos países envolvidos e uma posterior alocação de recursos, através de financiamento internacional, para concretização das obras elencadas como prioritárias.
Nos três Seminários realizados pelo Comitê das Rotas de Integração da América do Sul, foram apresentados, pelos países que participaram dos eventos, quatro projetos ferroviários que mereceram aprovação em plenário, e que estão a exigir uma maior definição das Autoridades dos países envolvidos.
1 – LIGAÇÃO FERROVIÁRIA PORTO ALEGRE – ANTOFAGASTA
Prevê a ligação entre Porto Alegre (Brasil ) e Antofagasta (Chile), atravessando o nordeste Argentino, através de ferrovia com bitola métrica. Para isto serão necessários a execução dos projetos e obras:
– Colocação de 3º trilho entre Passo de Los Libres e Corrientes, na República Argentina, com aproximadamente 230km.
– Construção de ponte ferroviária entre Corrientes e Resistência, na República Argentina.
Estas medidas permitirão o tráfego ferroviário entre Brasil, Argentina e Chile, na bitola métrica, sem necessidade de transbordo.
Contempla a ligação entre o Chile, Argentina, Uruguai, Brasil e Paraguai, através de ferrovia interligando os seus polos econômicos e aproveitando a ferrovia existente, que deverá no entanto ser modernizada.
Os trechos a serem utilizados serão:
Santiago do Chile – Los Andes
Los Andes – Las Cuevas
Las Cuevas – Mendonza – Santa Fé
Santa Fé – Concordia - Salto
Salto – Buenos Aires
Salto - Montevidéu
Salto – Livramento
Livramento – Porto Alegre
Prevê a ligação entre Buenos Aires (Argentina) e Concepcion (Chile) por ferrovia, atravessando os Andes. Será necessária a seguinte obra:
A passagem dos Andes será no Passo Mallin de Los Chilenos na altitude de 1758m, o que possibilitará o tráfego em praticamente todo o ano.
4 – LIGAÇÃO FERROVIÁRIA ENTRE SUCRE (VENEZUELA) E BOA VISTA (BRASIL)
Realização de estudo de viabilidade técnica e econômica da ligação ferroviária entre Sucre (Venezuela) e Boa Vista (Brasil), integrante do eixo 4 das Rotas de Integração.
É imperativo que a matriz de transportes dos países da América do Sul seja racionalizada e a utilização dos potenciais de todos os modais de transportes maximizada, se quisermos realmente baixar os nossos custos com a logística envolvida desde a origem até o destino final dos produtos das nossas diversas cadeias produtivas.
Isto não significa a simples substituição ou privilégio de um modal de transporte em detrimento de outro, mas sim a utilização racional de cada um deles de acordo com o tipo de carga, distância e demais características envolvidas com a origem e destino dos produtos em questão.
Está cada vez mais evidente que de nada adianta as indústrias se modernizarem tecnologicamente, melhorarem a qualidade de seus produtos, se adequarem às normas e processos de aceitação internacional para atingirem custos em condições de concorrer no mercado globalizado, se a logística de transporte envolvida desde o transporte de seus insumos até a indústria e do produto acabado na porta de suas fábricas até atingir o seu destino final não estiver da mesma forma dimensionada e adequada a crescente e trepidante disputa do mercado internacional. Poderemos estar produzindo com competência, atingindo custos adequados que mantenham as nossas indústrias em funcionamento, assegurando o precioso emprego de nossos habitantes e, talvez, por deficiências da nossa infra-estrutura de transportes, ver todo esse esforço jogado fora. De igual maneira, os produtos agrícolas e os resultantes da extração mineral de interesse para exportação precisam possuir custos adequados na sua logística de transportes até a entrega no seu ponto de consumo. De nada adiantará os cuidados no plantio, na colheita ou extração, no seu correto manuseio e seleção para atingirem os índices e características do exigente mercado internacional, se a partir daí não conseguir custos de transportes que permitam a sua concorrência nesse disputadíssimo mercado.
No que diz respeito à utilização das nossas hidrovias, é importante salientar que, onde existirem rios navegáveis, elas serão especialmente competitivas para o transporte de cargas que exijam um grande volume e que sejam transportadas a grandes distâncias. Isto significa que o transporte hidroviário possui cargas cativas com características bem definidas para a sua utilização, não deixando de se integrar com os demais modais de transporte, especialmente com o rodoviário, naquele segmento em que ele é imbatível, qual seja o das curtas distâncias, ou no também chamado “transporte porta a porta”. Logo, não estaremos simplesmente substituindo o modal rodoviário pelo hidroviário, mas sim integrando-os e racionalizando a utilização de cada um, colocando a carga na hidrovia com seus custos mais baixos, na longa distância e, a rodovia, nos trechos mais curtos entre o porto e os locais de origem e/ou destino final. Além disso, é também fundamental para a integração econômica dos países da América do Sul, a utilização de grandes vias navegáveis que cortam o nosso continente, como são exemplos as ligações entre as Bacias dos Rios Orinoco e Amazonas e sua interconexão com a Bacia do Prata. Também são importantes as tentativas de ligação entre o Oceano Atlântico e o Pacífico como é exemplo, entre outros, o Corredor Porto Alegre – Jujuy - Antofagasta, onde mais uma vez, necessitamos de uma integração com outros modais, quais sejam, o ferroviário e o rodoviário. Tudo no sentido de procurarmos alternativas mais econômicas para os nossos produtos serem adquiridos ou atingirem os grandes centros consumidores do continente asiático, europeu ou americano do norte.
No que se refere especificamente aos portos, e este é um tema que aflige todos os países da América do Sul, precisamos cada vez mais procurar a redução dos seus custos de movimentação, a fim de que possamos nos tornar mais competitivos, tanto no comércio com os demais países do continente quanto nas trocas comerciais com os diferentes blocos comerciais existentes no mundo. Para isso novamente devemos estar atentos para o que está ocorrendo no restante do mundo, não só nas inovações tecnológicas mas também nas legislações que envolvem as relações de trabalho da orla portuária. Conforme já explicitado anteriormente, não podemos estar com os nossos produtos adequados à concorrência internacional e perdermos a nossa competitividade no transporte e/ou na movimentação portuária dos mesmos. Nesse particular, convém que se alerte para a importância que as questões portuárias assumem na maioria dos eixos de transporte prioritários definidos para o desenvolvimento da América do Sul, uma vez que nas suas extremidades existem portos para entrada e saída de produtos que podem ser vitais para o nosso desenvolvimento e, dependendo da sua maior ou menor competitividade, poderão ser os responsáveis pelo crescimento ou atraso de nossas economias.
O tema “Rotas de Integração da América do Sul” é estratégico para todos os países nele envolvidos. Tanto isso é verdade, que na Reunião dos Presidentes da América do Sul, que teve lugar em Brasília, em 1° de setembro de2000, houve um decidido apoio outorgado pela Iniciativa para a Integração da Infra-estrutura Regional da América do Sul - IIRSA, pela importância que cada vez mais assume as questões de infra-estrutura para o desenvolvimento de nossos povos e economias, sem as quais será muito difícil enfrentarmos de igual para igual os demais blocos econômicos em formação ou já consolidados. De igual forma, a Declaração Conjunta dos Presidentes da República Federativa do Brasil e da República do Chile, realizada em Arica, no último dia 20 de março, decidiu, entre outras moções, respaldar um impulso nas atividades da IIRSA e reafirmar em relação ao Eixo Interoceânico Brasil-Bolívia-Paraguai-Chile-Peru, que sua concretização constituirá um fator importante de desenvolvimento para a região. Nesse sentido, examinaram o tema dos corredores bioceânicos e as possibilidades se sua implementação pelas variantes Arica-Santa Cruz-Corumbá e, também, Arica-Santa Cruz-Cuiabá.
É com o objetivo de estimular a realização desses projetos e obras de vital importância para o nosso continente que o Comitê das Rotas de Integração da América do Sul foi idealizado. Para nossa satisfação muitas das sugestões retiradas de nossos encontros e seminários já foram aproveitadas por outros órgãos e instituições envolvidos com essa temática. O Comitê possui especialistas nas modalidades de transporte rodoviário, ferroviário, hidroviário, aeroviário, portuário, na área de telecomunicações, energia elétrica e postos de fronteira, com a finalidade de colaborar para que este tema de suma importância para todos os nossos países seja levado adiante e não seja um obstáculo para o crescimento de nossas economias e o desenvolvimento de nossos povos .
A importância da racionalização da matriz de transportes existente.
O modal hidroviário no contexto da intermodalidade de transportes.
Características das cargas do modal hidroviário em relação aos demais modais.
A globalização da economia mundial está impondo a países e regiões, uma aproximação, visando melhor explorar as suas potencialidades econômicas, procurando tornar seus produtos competitivos em qualquer parte do mundo.
Neste contexto, insere-se o transporte de pessoas e mercadorias das mais diferentes regiões produtoras do nosso continente Sul-americano e, o seu deslocamento, necessita estudos referentes ao que existe disponível nos vários modais .
Como estes estudos envolvem o território de vários países, teremos que inicialmente desenvolver um Plano Geral que apresente o desejo de cada País , quais os seus projetos, a viabilidade e previsões para a consecução dos objetivos. Cada vez mais a logística do transporte tem influência no preço das mercadorias.
Atualmente, o modal rodoviário é o mais utilizado na região pela sua versatilidade, mesmo tendo um custo mais alto.
Apesar da exiguidade de recursos, existem elementos suficientes para justificar a obtenção de fundos para a execução de estudos completos, que poderão ser desenvolvidos por organismos governamentais, ou empresas internacionais de consultoria, bem como a busca de financiadores que se interessem por algum dos projetos como um todo
Granéis líquidos de Paranaguá: o modal ferroviário é a vocação.
Curitiba-Paranaguá: Um ramal ferroviário construído e inaugurado por Dom Pedro II, ainda explorado.

A ALL opera em ferrovias projetadas para esta locomotiva: a ineficiência que ainda é um tabú nas discussões da logística nacional.
ALL: herança da antiga malha ferroviária da RFFSA.
O dirigente da Ocepar disse que a atual ferrovia (sem nominar a ALL, operada por um grupo privado) é antiga e obriga os trens a reduzir a velocidade de 50 quilômetros por hora, no trecho da Ferroeste, para 10 quilômetros por hora, devido o gargalo logístico de Guarapuava. Segundo ele, o tempo excessivo da viagem de ida e volta dos vagões até o porto, em ciclos levam vários dias (até nove dias, conforme a Ferroeste), impede a região Oeste de transportar carne por ferrovia. “Fica inviável”, disse. O novo traçado da Ferroeste reduz em 125 quilômetros a distância entre Cascavel e Paranaguá e o ciclo dos vagões para dois dias.
A construção do ramal de Guarapuava ao Porto de Paranaguá “é a condição para a Ferroeste realizar o seu projeto de expansão”. Segundo o seu presidente. Os entendimentos para a expansão da Ferroeste ao Mato Grosso do Sul e Paraguai estão andando com rapidez.
Mas a viabilidade dessas obras só é possível resolvendo-se o gargalo logístico que existe na velha ferrovia entre Ponta Grossa e Guarapuava. Para que o projeto seja implantado definitivamente a Ferroeste precisa chegar ao Porto de Paranaguá.
O executivo da Ferroeste Samuel Gomes explicou que o ramal até o porto terá 365 quilômetros e vai reduzir a distância dos atuais 738 quilômetros para 613 quilômetros, “o que dá uma economia de 250 quilômetros de distância, ida e volta, mas além disso o ciclo dos vagões que hoje é de oito a dez dias vai cair para dois dias”. O presidente da Ferroeste considera que a solução logística vai “desenvolver o interior do Paraná e as regiões que são beneficiadas pelo projeto”. O dirigente da Ferroeste considera ainda que a viabilização dos ramais da empresa “é a forma do Porto de Paranaguá participar desse grande banquete logístico que está se apresentando hoje no Centro-Oeste brasileiro”.
CAROS E QUERIDOS ALUNOS, ESSE MATERIAL FOI CONSTRUÍDO POR MIM A PEDIDO DE UM COLEGA DO PARANÁ QUE ESTAVA COM UMA EDITORA PARA CONCURSOS. FIQUEI RESPONSÁVEL PELA PARTE DE ADM PÚBLICA. NÃO GANHEI NADA PELO MATERIAL POIS DIREITO DE AUTOR AQUI NO PAÍS É PEQUENO!
ESSE TEXTO QUERO QUE LEIAM E COMENTEM.
ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL
· ÊNFASE NAS PESSOAS
Administrar é lidar com pessoas dentro das empresas, deixando em segundo plano a estrutura e as tarefas. É abordagem humanística desdobrada em: “Escola das Relações Humanas” e “Teoria Comportamental”.
· ESCOLA DAS RELAÇÕES HUMANAS
Precursores: ELTON MAYO (1880 – 1949) e KURT LEWIN (18890 – 1947).
É a abordagem mais democrática e liberalizante ocorrida na Teoria da Administração. Surgiu como uma teoria de oposição e combate à Teoria Clássica (de Taylor e Fayol) negando conceitos como: organização formal, autoridade e responsabilidade,hierarquia, unidade de comando, estudos de tempos e movimentos, eficiência, etc. Desenvolveu seus conceitos a partir da Psicologia e Sociologia Industrial voltada para os aspectos psicológicos e sociológicos da organização: Organização Informal, Motivação, Incentivos Sociais, Dinâmica de Grupo, Comunicação, Liderança – quebrar o excessivo controle hierárquico e incentivar a espontaneidade dos trabalhadores.
Os planos de incentivo salarial foram substituídos pelo incentivo social e simbólico. Segundo essa escola “O homem é motivado por recompensas sociais e simbólicas por ser as necessidades psicológicas do ser humano mais importantes do que a necessidade de ganhar mais dinheiro”.
TEORIA COMPORTAMENTAL (ou Escola do Comportamento Organizacional)
Surgiu com Herbert A. Simon, a partir da teoria das decisões, salientando que a decisão é muito mais importante que a execução que a sucede. As empresas são visualizadas como sistemas de decisões, onde as pessoas percebem, sentem, decidem e agem, definindo seus comportamentos diante das situações com que se deparam.
A abordagem comportamental origina da Escola das Relações Humanas e mantém a tradição de deixar os aspectos estruturais em segundo plano, para se dedicar completamente aos aspectos comportamentais. É através do estudo comportamental dos funcionários que se procura motivar e estimulá-los, reduzindo os conflitos entre os objetivos organizacionais e individuais.
Dentro da abordagem comportamental, surgiu um movimento de grande repercussão denominado Desenvolvimento Organizacional – DO, voltado para estratégias de mudanças planejadas por meio de Modelos de Diagnóstico, Intervenção e Mudança, envolvendo modificações estruturais ao lado de modificações comportamentais para melhorar a eficiência e eficácia das empresas.
Defensores:
AUTORIDADE, RESPONSABILIDADE, DELEGAÇÃO
· Autoridade é o poder legal/formal ou legítimo, ou o direito de comandar ou agir. É o poder de comandar os outros, fazendo-os executar atividades que são consideradas adequadas para a realização dos objetivos de um departamento ou da empresa. Emana do superior para o subordinado.
· Responsabilidade é a obrigação de um subordinado, para o qual um superior designou uma tarefa de executar o serviço exigido. A essência da responsabilidade é, portanto, a obrigação. Nasce da relação superior/subordinado e do fato de que alguém (superior) tem autoridade para exigir determinadas tarefas de outras pessoas (subordinados).
· Delegar é distribuir e dar incumbência de realizar atividades na ou pela organização. Toda a autoridade pode ser delegada a um subordinado, porém a responsabilidade é indelegável. Não se pode transferir responsabilidade para os subordinados.
A responsabilidade sendo uma obrigação de realizar é devida ao superior, e nenhum subordinado se livra da sua responsabilidade designando outros para realizar suas tarefas. Nem o Presidente da empresa deixa de ser responsabilizado perante os proprietários da companhia sobre os atos de seus empregados alegando que “havia delegado a responsabilidade a um Gerente a coordenar uma determinada área geradora do conflito”.
1. RAZÕES PARA A DELEGAÇÃO
a) Desafoga o superior permitindo focalizar as suas energias nas tarefas cruciais e de maior prioridade.
b) Permite que os subordinados cresçam e se desenvolvam.
2. RAZÕES PARA NÃO QUERER DELEGAR
a) Os superiores podem se sentir mais poderosos quando retêm para si o privilégio de tomar todas as decisões.
b) Não querem enfrentar o risco de os subordinados exercerem totalmente a autoridade.
c) Acreditam que agirão melhor se eles mesmos fizerem sozinhos, achando que os subordinados não têm capacidade.
d) Os superiores acham que os subordinados preferem não ter muita responsabilidade para decidir.
e) Ficam preocupados que os subordinados desempenhem as tarefas com tanta eficácia a ponto de ameaçar suas posições.
3. RAZÕES DE OS SUBORDINADOS NÃO QUEREREM A DELEGAÇÃO
a) A delegação pode representar um acréscimo de responsabilidade.
b) Risco pela possibilidade de ter um desempenho fraco e serem criticados por isso.
c) Falta de autoconfiança e sentem pressão forte quando lhes dão maior autoridade para tomar decisões ou confiam deveres ou tarefas adicionais.
d) Ficam mais vulneráveis, porque tornam mais visíveis e, conseqüentemente, precisam ser mais produtivos.
4. FORMA DE DELEGAÇÃO
a) O superior hierárquico determina objetivo e deveres para um subordinado.
b) Dá-lhe a autoridade necessária para atingir os objetivos e cumprir os deveres.
c) O subordinado aceita a delegação, implícita ou explicitamente, criando, portanto, a obrigação ou a responsabilidade.
d) O superior atribui ao subordinado a responsabilidade pelos resultados.
5. TIPOS DE AUTORIDADE
a) Autoridade de Linha: É a autoridade exercida sobre os subordinados. É a autoridade de comando, decorrente da estrutura hierárquica ou do princípio escalar.
b) Autoridade de Assessoria: É o direito das unidades de assessoria ou de especialistas para aconselhar, recomendar ou propor para o pessoal de linha. Não dá aos assessores a autoridade para mandar no pessoal de linha ou dar ordens para realizar certos atos.
c) Autoridade Funcional: É a autoridade (técnica) exercida pelas unidades especializadas em determinados assuntos sobre as unidades de linha.
CARGOS E FUNÇÕES CONCEITOS
· Cargo: posto de trabalho com um conjunto de atividades, deveres, responsabilidades ou tarefas a serem executadas por alguém ocupante do posto dentro de uma organização contribuindo para os objetivos da empresa. Ex.: Auxiliar Administrativo.
· Função: papel ou conjunto de tarefas desempenhadas pelo ocupante de um determinado cargo. É a prática ou o exercício de um cargo. Ex.: Controle Financeiro; Apontador de Horas.